domingo, 13 de junho de 2010

sábado, 12 de junho de 2010

Islândia

Uma vez, num jantar de amigos, revelei que um dia gostaria de passar férias na Islândia. Pois não imaginam... gozaram comigo o resto da noite.
Bem sei que não é um país de calor e eu até não gosto muito de neve, mas as paisagens valem por tudo o resto (pelo menos, para mim). Ora vejam.



uma foto por dia #163

#163

sexta-feira, 11 de junho de 2010

uma foto por dia #162

#162

È noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põe o manjerico à janela
E vem para a rua dançar.

[quadra encontrada na net]

...

Haja criatividade e boa ideias ----> Nu[m]a rua é um blogue fenomenal.

Vá, digam só mais uma vez e todos juntos!

Não queremos saber do Mundial nem das vuvuzelas!

Aqueles que não estão preocupados com isso já perceberam, ok?
[tudo o que é demais, enjoa]

quinta-feira, 10 de junho de 2010

uma foto por dia #161

#161

Desta vez, pão de leite condensado e canela.

Comunicação

Dançar chorinho é viciante

Todo o ambiente do Lusitano Clube apela ao movimento - é impossível ficar parado a olhar para os dançarinos habituais do sítio sem nos mexermos. São esses dançarinos que vão convidando as pessoas a dançar com eles e foi numa dessas vezes que me senti a pessoa mais levezinha do mundo tal era a facilidade com que um deles me fazia rodopiar para um lado e para o outro, apesar de não saber dançar o estilo. Depois, o grupo que toca ao vivo é fenomenal só por isso já vale a pena fazer um visita ao clube.

terça-feira, 8 de junho de 2010

uma foto por dia #159

#159-2

#159-1

Grande noite de chorinho em Alfama. Não dormi quase nada mas vou trabalhar de sorriso nos lábios.

Choro



Parece que esta semana vamos ter disto.
:D

A chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808 foi a matriz deste género musical. Dois anos depois, um decreto manda estabelecer em cada regimento um corpo de música e a partir de 1814, espalha-se pelos quartéis o ensino e a prática de instrumentos mais atualizados, em substituição às antigas bandas de tocadores de charamelas, pífanos, trombetas, caixas e timbales.
Pode-se afirmar sem margem de dúvida que o choro é primo direito do fado, da morna e também do tango, pois partilha com estes, várias influências de raiz.
A reforma urbana, os instrumentos e as músicas estrangeiras, juntamente com a abolição do tráfico de escravos no Brasil em 1850, podem ser considerados uma “receita” para o surgimento do Choro, já que possibilitou a a emergência de uma nova classe social, a classe média, composta por funcionários públicos, instrumentistas de bandas militares e pequenos comerciantes, geralmente de origem negra, nos subúrbios do Rio de Janeiro. Essas pessoas, sem muito compromisso, passaram a formar conjuntos para tocar de “ouvido” essas músicas, que juntamente com alguns ritmos africanos já enraizados na cultura brasileira, como o batuque e o lundu, passaram a ser tocadas de maneira abrasileirada pelos músicos que foram então batizados de chorões.


in Lusitano Clube 

domingo, 6 de junho de 2010

Está oficialmente aberta a época balnear neste blogue

Mesmo que hoje tenha recusado uma ida à praia.

uma foto por dia #157

#157


Isto de crescer, dói. Vivendo e aprendendo, como ontem me diziam (Margarida, que tão bem sabes destas dores). Não consigo esquecer algumas coisas; não consigo e não quero, sobretudo. Porque há sempre quem erre novamente e eu não quero voltar a fazer parte desses erros. Entretanto adocico a minha vida com pão doce polvilhado de açúcar e espero que o tempo faça o resto do trabalho.

São 08:30 da manhã de um domingo

e eu estou acordada e sem sono.

Passa-se qualquer coisa, digo eu.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

uma foto por dia #155

#155

Três meses é muito tempo

E custa ainda mais porque durante algum desse tempo vou estar em férias.
Faz lá as experiências todas e volta depressa, sim? E não te percas sozinha pelo Rio de Janeiro que eu quero que chegues inteira e de saúde e com coisas giras para contar. Vá que às seis da manhã vou estar à tua espera no aeroporto (vou tentar, pelo menos... mesmo!)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Movie #46

[foto daqui]

Sim, também fui vê-lo hoje. Digam o que disserem, gosto muito destas quatro meninas e das suas histórias.
É um filme muito divertido. Há muito tempo que não me ria tanto numa sala de cinema.

[E aquele vestido vermelho da Charlotte... dos mais bonitos de todo o filme, não é Lia?]

uma foto por dia #154

#154

terça-feira, 1 de junho de 2010

uma foto por dia #152

#152

Para mim, o dia 1 de Junho nunca é, em primeiro lugar, o dia da Criança. É sempre o dia de anos da minha irmã Rita. Hoje fez 28 anos. Desde pequenina que me trata por "mana" e eu gosto.

domingo, 23 de maio de 2010

uma foto por dia #143

#143

[coisas do meu escritório ou a pior foto de sempre porque não estava com paciência para mais]

...

Todos pensamos em deixar um planeta melhor para os nossos filhos. Quando é que pensaremos em deixar filhos melhores para o nosso planeta?

João Carvalho
in Delito de Opinião

The future's not ours, to see

Se nos dizem para não pensar no passado, que o que lá vai, lá vai, eu também digo que pensar demasiado no futuro pode ser mau. Angustiante, até. Viver o dia-a-dia, assim, sem planos para amanhã, também me parece demasiado redutor porque precisamos de sonhar imaginar, desejar, pensar que isto e aquilo pode acontecer. Em que é que ficamos, então?
Como em tudo na vida, há que saber equilibrar os pratos da balança. Se os projectos a longo prazo me parecem ambiciosos demais para a minha pessoa, então limito-me a pensar naqueles que posso fazer a curto e médio prazo. E se não devo pensar no passado, devo, sobretudo, aprender com ele (nem que seja para não cometer os mesmos erros). E falar disso, de vez em quando, não me parece que seja assim tão mau...

sábado, 22 de maio de 2010

Pelo sonho é que vamos

Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.


Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

- Partimos. Vamos. Somos.

           Sebastião da Gama


A Maria tem um sonho, enorme. Resolveu dizê-lo e pedir ajuda, assim, com a simplicidade, humildade e determinação de quem apenas quer muito uma coisa e faz tudo para a alcançar. Admirável, diria.
Vamos ajudá-la?

uma foto por dia #142

#142

sexta-feira, 21 de maio de 2010

uma foto por dia #141

#141


Era para ter deixado para amanhã, mas não resisti quando vi o pequeno Fizz Limão, a chamar por mim, na arca de gelados do café onde só entrei para comprar uma garrafa de água. O momento foi tão solene que até me sentei no banco do jardim, só para o comer.

Se eu pudesse voltar atrás

[um post sugestionado pela Margarida]

- teria feito o mesmo curso que fiz, no mesmo local e com os mesmos professores (menos um, pronto);
- não teria perdido tempo a candidatar-me a Enfermagem (desisti quando soube que tinha entrado);
- não teria deixado o voluntariado na Acreditar;
- não teria dado uma segunda oportunidade a uma pessoa;
- não teria deixado de conduzir há 13 anos;
- teria sido mais compreensiva com uma colega;
- não teria perdido o contacto com alguns colegas da escola secundária;
- teria aprendido francês;
- teria feito um curso de inglês, daqueles bons;
- teria feito um curso de fotografia há alguns anos (mas ainda vou a tempo);
- não teria perdido tempo com algumas pessoas que nunca o mereceram;
- não teria investido tanto numa amizade que nunca o chegou a ser verdadeiramente (e infelizmente);
- não teria cortado as cortinas da minha mãe, num ataque de fúria (tinha 7 anos, ok?!)
- não teria sido tão fria com algumas pessoas que sempre me trataram bem;
- teria pintado a casa antes de vir para cá morar (agora vai dar-me mais trabalho);
- não teria ficado noiva;
- teria feito mais uma licenciatura (quando ainda tinha forças para tal);
- não teria deixado cair o banco da minha avó em cima do dedo grande do pé e não teria ficado com o dedo partido;
- não teria discutido tantas vezes com a minha irmã;
- teria estado mais vezes com a minha bisavó.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

uma foto por dia #140

#140

Um dos planos para o fim-de-semana




Comer um Fizz limão.

Uma ambiguidade de sentimentos

Os desafios são assim, uma ambiguidade de sentimentos: há mais trabalho, mais cansaço, mais tempo investido mas também há isso a que chamamos de consideração pelas pessoas, pelo trabalho que fazem, pela postura no dia-a-dia. Uma pessoa fica angustiada e fica feliz.
A escola também é feita de desafios que surgem assim, de repente, e desta vez, houve um que bateu à minha porta. Se ao princípio fiquei um bocadinho assustada, agora tenho quase a certeza que é um risco que vale a pena correr, nem que seja pela possibilidade de ter uma experiência totalmente diferente. Coordenar a equipa de avaliação interna do meu agrupamento não será algo propriamente fácil mas vai obrigar-me a respirar fundo, a investir o que aprendi no mestrado, a pensar noutras coisas que vão para além do ensino e aprendizagem, para além dos alunos ali na sala de aula. Terei de conversar com mais pessoas,  trocar ideias, estratégias de trabalho, reflectir um pouco mais além, pensar noutros aspectos da escola. E eu precisava disso, mesmo sabendo que daqui a uns tempos vou estar a dizer raios e coriscos do trabalho extra que me veio parar às mãos.

terça-feira, 18 de maio de 2010

uma foto por dia #138

#138

A beautiful revolution

Quando for grande, quero ser como os meus pais

Olho muitas vezes para os meus pais e digo para mim mesma que quando for grande quero ser assim: quero ser a segurança, a frontalidade, a determinação que lhes vejo nos olhos, nas palavras, nos gestos.
Depois penso que o que gostava mesmo era de ser mãe e de materializar tudo isso nessa forma de estar e viver. É verdade que o sou todos os dias, um bocadinho. Pelo menos sinto-me um pouco assim. Naquele bocadinho que lê as histórias e ralha quando tem de ser, ou no bocadinho que lhes faz uma festa na cabeça e elogia os esforços. Mas também gostava de ser mãe nos outros bocadinhos - os mais chatos, os mais íntimos, os que precisam dos abraços e dos mimos, os bocadinhos que alimentam, os que aguentam as birras, os bocadinhos que dão a segurança, o conforto. É aí que me falta crescer e ser grande, é aí que gostava de ser como os meus pais - na segurança e conforto que (ainda) me dão quando preciso.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

uma foto por dia #137

#137

O meu mundo não é deste reino


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Diz-se que mudar de corte de cabelo indica o desejo de uma mudança. Eu quero manter o meu cabelo tal qual está mas preciso de mudar a decoração (quase) toda desta casa. Não sei se isso é indicativo de alguma mudança na minha vida, mas para já é sinal de que já estou farta de ver as coisas no mesmo lugar há seis anos.
Parece-me que vou trocar a compra das roupinhas novas de Verão por candeeiros, cortinados, tapetes e baldes de tinta...

sábado, 15 de maio de 2010

Sun for my soul

É o que quero para amanhã.

uma foto por dia #135

#135


Estes chupa-chupas são umas minhas boas memórias de infância. Encontrei-os num dos quiosques na Feira do Livro e deliciei-me a comê-lo. Há coisas que ainda são o que eram.

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Um filme de 7 minutos feito para o pavilhão português na Expo Mundial de Xangai  2010.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

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Há dias em que as minhas unhas se desfazem a olhos vistos. Quebram, lascam, dobram. São fracas. A maior parte das vezes e para remediar a situação corto-as a pensar que as livro de todos os males. Pinto-as quase todas as semanas e disfarço a sua fragilidade com cores de nomes bonitos: Doce Orgulho, Beijo, Desejo, Love,  Final Feliz, Pura Luxúria.
Há dias em que resulta mas há outros em que nem o melhor verniz disfarça a fraqueza que vai aqui pelas minhas mãos. Nessas alturas o melhor é deixa-las assim, ao natural, e esperar que se recomponham com a tranquilidade possível dos dias que passam.

uma foto por dia #133

#133

E ainda dizem que não há príncipes?

Há alguns anos, quando vi o Donnie Darko, achei-o engraçadinho e nada mais. Hoje deparo com esta imagem via Formiguita Bipolar [as melhoras dessa maldita amigdalite] e fiquei assim meio atordoada.
Não há dúvida que eu gosto mesmo é de homens de barba rija e pêlos no peito (já o cabelo comprido, dispenso).   ;)

...

(...) Se a minha avó fosse viva, indignar-se-ia hoje por ninguém respeitar o seu silêncio. Teria passado os últimos dois dias a ser interrompida nas suas orações, não por mim, mas pelos comentadores da televisão. Os seus Pai Nosso seriam quebrados pelas considerações em directo sobre o facto de haver cadeiras Philippe Starck para o Papa se sentar. Estranharia a presença e as opiniões da Constança Cunha e Sá sobre o facto de as pessoas acharem o Papa mais simpático ao vivo. Dispensaria o eco permanente dos repórteres, redundando cada gesto e cada palavra do Papa e completando-os com inteligentíssimas suposições, como "e agora Bento XVI vai descansar porque também é humano".
Porque, por mais que me custasse, por mais que isso contrariasse a minha natureza inquieta e irrequieta de criança, a minha avó sabia que a Fé se alimenta no silêncio e interioridade. E se fosse de outra forma, ela então preferia era mesmo ver telenovelas.

In Mãe Preocupada

terça-feira, 11 de maio de 2010

uma foto por dia #131

#131

Este livro infantil ainda não está traduzido por cá. Trouxe-mo de Londres a minha amiga L., num especial pedido que lhe fiz. Mal sabia eu que com ele vinha um cd com duas versões da mesma história. Fantástico! Tem umas ilustrações belíssimas e é do mesmo autor deste livro que também mora lá,  na nossa mini-biblioteca de sala.

E aqui, um vídeo sobre este livro que mostra duas boas estratégias  na arte de contar histórias. Apesar da entoação do pai não ser a melhor reparem que ele aponta as palavras que vai lendo e deixa o menino de 16 meses dizer a última palavra de cada frase (isto claro, depois da criança já conhecer a história).

Como o Benfica dá cabo da cabeça de alguns dos meus alunos

A actividade do fim-de-semana era sobre o animal preferido de cada um deles. Depois, e de acordo com as perguntas que escolhi, tinham de escrever alguns aspectos característicos desse animal.

Um dos meus alunos disse que o animal preferido era a águia.
Pergunta: Onde vive?


[Imaginem a resposta que ele deu]












Já imaginaram?










Estádio da Luz.


Foi o meu momento de humor do dia.
Neste momento, o aluno já está devidamente esclarecido.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Gosto tanto quando me dão a conhecer músicas assim



Esta é daquelas de que fiquei a gostar muito, mesmo.

Há fotografias que não posso fazer

Hoje, enquanto ajudava os alunos que têm mais dificuldades, os outros foram ler para o cantinho da leitura. Às tantas, quando dou por ela, estava um deles, sentado na cadeira, com o livro virado para os colegas (sentados no chão, nas almofadas)  a ler-lhes (mesmo) uma das histórias que temos na nossa mini-biblioteca (como eu costumo fazer).

[um dia, ao contar a uma pessoa que era professora e que gostava de o ser por uma série de razões e também porque era gratificante, essa pessoa riu-se na minha cara. Não sabia do que eu falava e se calhar, nunca se tinha sentido feliz em nada do que fazia. Era disto, assim.]

É que, saber que aqueles meninos de seis anos estavam ali porque queriam, sem ninguém os obrigar, a ler em conjunto, foi o melhor do meu dia.

uma foto por dia #130

#130

Mais um cupcake, desta vez da Tease. Melhores que os anteriores, mas, ainda assim, não me enchem as medidas. Acho que escolhi mal o sabor...
Gostei mesmo foi da loiça usada no café.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

uma foto por dia #126

#126

Hoje levei a sobremesa para o jantar.

É isto

«A minha acção como professor era mais de carácter existencial, na medida em que queria pôr os alunos a funcionar como pessoas, incutir-lhes um espírito crítico, fazer com que exercitassem a sua imaginação à margem dos programas oficiais.» 


José Afonso, 1986

quarta-feira, 5 de maio de 2010

uma foto por dia #125

#125

Chama-se Marta Filipa

Tem 17 anos e um blogue que adoro.
E um tremendo bom gosto musical como há muito não (ou)via.
E as fotos... as fotos...


[quero ter 17 anos, outra vez]

Isto do facebook é engraçado

Uma pessoa escreve uma frase animada a uma segunda-feira e durante o dia vai recebendo telefonemas e mensagens a perguntar se anda algum passarinho a rondar por aqui.
Ora bem, em primeiro lugar  uma pessoa ainda pode estar simplesmente bem-disposta a uma segunda-feira, acho.  Em segundo, a vida amorosa/íntima ou seja lá o que for é um assunto sobre o qual não tenciono cantar a sete ventos no facebook ou no blogue. Em terceiro e último lugar; no que diz respeito à minha  vida pessoal  o que parece, nem sempre é. E quem me conhece já sabe disso. Novidades? Conto-as umas semanas ou meses depois, quando quero e me apetece.  Nunca na hora, nunca quando me perguntam (raramente, pelo menos).
Sim, sou reservada. Demasiado, diria.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

uma foto por dia #123

#123

Este livro foi uma das compras que fiz na Feira do Livro. A Bruxa Arreganhadentes é um livro com umas ilustrações fantásticas e uma história onde o medo aparece do início ao fim.

Professora, conta outra vez!
Disseram eles quando acabou.

domingo, 2 de maio de 2010

uma foto por dia #122

#122

Será que chega?




[uma das compras da Feira do Livro - esta, só para mim]

Reflexão de domingo à tarde

Acho que por vezes as pessoas têm a incapacidade de olhar os outros como indivíduos que são, independentemente das suas ligações pessoais, profissionais, família e amizades. Criam imagens erradas, distorcidas, pensam coisas absurdas e acabam por criar nas suas cabeças figuras diferentes da realidade [e também falo contra mim que não estou isenta de responsabilidades nisto a que chamamos a imagem que temos dos outros]. Entretanto criam-se boatos, alimentam-se conceitos errados, crescem opiniões que pouco ou nada estão em consonância com aquilo que o outro realmente é, e enfim... nascem os equívocos.
Talvez se perdessemos um bocadinho mais de tempo a conhecer melhor essas pessoas, evitavam-se muitos mal-entendidos. Na vida real e na blogosfera, também.

Just like honey

Muitas vezes sabemos que isto ou aquilo não resulta. Sabemos e ainda assim, insistimos. Porque é bom, porque nos faz sorrir e respirar com outra cadência. Porque não interessa o fim, só o que que fica no meio: entre o princípio de algo impossível e o fim de algo que nunca chegou a ser.

sábado, 1 de maio de 2010

uma foto por dia #121

#121

Saio sempre da Feira do Livro com a sensação de que não vi tudo. Mais de duas horas por lá vim com quatro sacos na mão. Livros infantis, pois claro. E dos bons.
[E ainda tenho de lá voltar para dar atenção aos livros dos mais adultos]