[The Road, 2009]
sábado, 19 de junho de 2010
Movie #47
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Porque não me apetece escrever mais nada
Quando me dizem que não o lêem ou liam por causa da pontuação, eu sorrio para dentro e penso que é ali que também está a beleza dos seus livros.
[Até sempre, José Saramago]
[Até sempre, José Saramago]
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Fui investigar
Eu pensava que o meu pai tinha tudo lá no arquivo musical de vinis que guarda numa das prateleiras da sala. Não tem, falta-lhe isto.
[e se tiverem paciência, cliquem nas duas últimas faixas]
[e se tiverem paciência, cliquem nas duas últimas faixas]
O último dia é já amanhã
E o que me resta dizer?
Foi um ano muito bom. Angustiante em muitos aspectos mas bastante compensador noutros. Este ano trabalhei com um excelente grupo de professores - professores de turma e professores das áreas extra-curriculares. Criaram-se laços, partilharam-se as evoluções e os problemas dos alunos, houve trabalho de equipa, inter-ajuda e participação de todos e quando é assim, não queremos que nada mude.
O resto, os pormenores, a reflexão mais pessoal, fica para mim. Aprendi muito, é só o que posso dizer, e por isso, estou grata.
Foi um ano muito bom. Angustiante em muitos aspectos mas bastante compensador noutros. Este ano trabalhei com um excelente grupo de professores - professores de turma e professores das áreas extra-curriculares. Criaram-se laços, partilharam-se as evoluções e os problemas dos alunos, houve trabalho de equipa, inter-ajuda e participação de todos e quando é assim, não queremos que nada mude.
O resto, os pormenores, a reflexão mais pessoal, fica para mim. Aprendi muito, é só o que posso dizer, e por isso, estou grata.
Músicas da minha vida
Corria o ano de 1994, eu tinha dezassete anos e um dia fui ao teatro. Ainda me lembro do que levava vestido nesse dia tal foi a importância que lhe dei na minha memória.
A peça escolhida foi "Alguém olhará por mim", no Teatro Aberto, com encenação de João Lourenço e o Diogo Infante como um dos actores.
Eu nunca tinha ouvido falar em Ella Fitzgerald e ali, com a sala completamente às escuras, ouvi esta música pela primeira vez.
A peça escolhida foi "Alguém olhará por mim", no Teatro Aberto, com encenação de João Lourenço e o Diogo Infante como um dos actores.
Eu nunca tinha ouvido falar em Ella Fitzgerald e ali, com a sala completamente às escuras, ouvi esta música pela primeira vez.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Não me irrita, faz-me antes impressão
É isto de ver meio mundo a queixar-se, a falar mal da selecção, das pessoas que fazem ponte, dos que não fazem, dos que fazem greve, dos que têm uma opinião diferente (como se não tivessem o direito de a ter) e acima de tudo, é este falar mal de Portugal a toda a hora que me deixa assim com uma ligeira estranheza. Somos ou não somos Portugueses?
segunda-feira, 14 de junho de 2010
uma foto por dia #165
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Islândia
Uma vez, num jantar de amigos, revelei que um dia gostaria de passar férias na Islândia. Pois não imaginam... gozaram comigo o resto da noite.
Bem sei que não é um país de calor e eu até não gosto muito de neve, mas as paisagens valem por tudo o resto (pelo menos, para mim). Ora vejam.
[via Gira à minha volta]
sexta-feira, 11 de junho de 2010
uma foto por dia #162
Vá, digam só mais uma vez e todos juntos!
Não queremos saber do Mundial nem das vuvuzelas!
Aqueles que não estão preocupados com isso já perceberam, ok?
[tudo o que é demais, enjoa]
Aqueles que não estão preocupados com isso já perceberam, ok?
[tudo o que é demais, enjoa]
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Dançar chorinho é viciante
Todo o ambiente do Lusitano Clube apela ao movimento - é impossível ficar parado a olhar para os dançarinos habituais do sítio sem nos mexermos. São esses dançarinos que vão convidando as pessoas a dançar com eles e foi numa dessas vezes que me senti a pessoa mais levezinha do mundo tal era a facilidade com que um deles me fazia rodopiar para um lado e para o outro, apesar de não saber dançar o estilo. Depois, o grupo que toca ao vivo é fenomenal só por isso já vale a pena fazer um visita ao clube.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Choro
Parece que esta semana vamos ter disto.
:D
A chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808 foi a matriz deste género musical. Dois anos depois, um decreto manda estabelecer em cada regimento um corpo de música e a partir de 1814, espalha-se pelos quartéis o ensino e a prática de instrumentos mais atualizados, em substituição às antigas bandas de tocadores de charamelas, pífanos, trombetas, caixas e timbales.
Pode-se afirmar sem margem de dúvida que o choro é primo direito do fado, da morna e também do tango, pois partilha com estes, várias influências de raiz.
A reforma urbana, os instrumentos e as músicas estrangeiras, juntamente com a abolição do tráfico de escravos no Brasil em 1850, podem ser considerados uma “receita” para o surgimento do Choro, já que possibilitou a a emergência de uma nova classe social, a classe média, composta por funcionários públicos, instrumentistas de bandas militares e pequenos comerciantes, geralmente de origem negra, nos subúrbios do Rio de Janeiro. Essas pessoas, sem muito compromisso, passaram a formar conjuntos para tocar de “ouvido” essas músicas, que juntamente com alguns ritmos africanos já enraizados na cultura brasileira, como o batuque e o lundu, passaram a ser tocadas de maneira abrasileirada pelos músicos que foram então batizados de chorões.
in Lusitano Clube
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Está oficialmente aberta a época balnear neste blogue
Mesmo que hoje tenha recusado uma ida à praia.
uma foto por dia #157
Isto de crescer, dói. Vivendo e aprendendo, como ontem me diziam (Margarida, que tão bem sabes destas dores). Não consigo esquecer algumas coisas; não consigo e não quero, sobretudo. Porque há sempre quem erre novamente e eu não quero voltar a fazer parte desses erros. Entretanto adocico a minha vida com pão doce polvilhado de açúcar e espero que o tempo faça o resto do trabalho.
sábado, 5 de junho de 2010
Não, não gosto de falar em sorte
Nem em destino. Ou coincidências. As coisas são como são.
Ponto final.
Ponto final.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Três meses é muito tempo
E custa ainda mais porque durante algum desse tempo vou estar em férias.
Faz lá as experiências todas e volta depressa, sim? E não te percas sozinha pelo Rio de Janeiro que eu quero que chegues inteira e de saúde e com coisas giras para contar. Vá que às seis da manhã vou estar à tua espera no aeroporto (vou tentar, pelo menos... mesmo!)
Faz lá as experiências todas e volta depressa, sim? E não te percas sozinha pelo Rio de Janeiro que eu quero que chegues inteira e de saúde e com coisas giras para contar. Vá que às seis da manhã vou estar à tua espera no aeroporto (vou tentar, pelo menos... mesmo!)
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Movie #46
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
uma foto por dia #152
segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Maratona de contos
Um dia, gostava de participar nisto.
[E organizar algo semelhante por aqui? Será que alguém já pensou nisso?]
[E organizar algo semelhante por aqui? Será que alguém já pensou nisso?]
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Here comes your man
Se fosse só pelo aspecto físico, hoje diria que me tinha cruzado com o homem da minha vida. De tal forma que nem me lembrei que estava num local público e parei, só a olhar para trás.
Tinha barba, pois claro.
[suspiro]
Tinha barba, pois claro.
[suspiro]
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
E em segundo lugar, vem esta
Depois também há esta música e a minha paixão assolapada pelo João Gil (nunca achei piada ao Luis Represas e só gosto de o ouvir em modo Trovante).
terça-feira, 25 de maio de 2010
Porque haveria de ter saudades tuas ao longo de um claro rio de água doce
Uma vez perguntaram-me num daqueles inquéritos tontos que música seria eu. Apesar de gostar de tantas e tantas outras, só podia ser esta. Portuguesa, claro
[Se puderem, oiçam-na. E não, não está na net...]
[Se puderem, oiçam-na. E não, não está na net...]
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
The future's not ours, to see
Se nos dizem para não pensar no passado, que o que lá vai, lá vai, eu também digo que pensar demasiado no futuro pode ser mau. Angustiante, até. Viver o dia-a-dia, assim, sem planos para amanhã, também me parece demasiado redutor porque precisamos de sonhar imaginar, desejar, pensar que isto e aquilo pode acontecer. Em que é que ficamos, então?
Como em tudo na vida, há que saber equilibrar os pratos da balança. Se os projectos a longo prazo me parecem ambiciosos demais para a minha pessoa, então limito-me a pensar naqueles que posso fazer a curto e médio prazo. E se não devo pensar no passado, devo, sobretudo, aprender com ele (nem que seja para não cometer os mesmos erros). E falar disso, de vez em quando, não me parece que seja assim tão mau...
Como em tudo na vida, há que saber equilibrar os pratos da balança. Se os projectos a longo prazo me parecem ambiciosos demais para a minha pessoa, então limito-me a pensar naqueles que posso fazer a curto e médio prazo. E se não devo pensar no passado, devo, sobretudo, aprender com ele (nem que seja para não cometer os mesmos erros). E falar disso, de vez em quando, não me parece que seja assim tão mau...
sábado, 22 de maio de 2010
Pelo sonho é que vamos
Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
- Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama
A Maria tem um sonho, enorme. Resolveu dizê-lo e pedir ajuda, assim, com a simplicidade, humildade e determinação de quem apenas quer muito uma coisa e faz tudo para a alcançar. Admirável, diria.
Vamos ajudá-la?
sexta-feira, 21 de maio de 2010
uma foto por dia #141
Se eu pudesse voltar atrás
[um post sugestionado pela Margarida]
- teria feito o mesmo curso que fiz, no mesmo local e com os mesmos professores (menos um, pronto);
- não teria perdido tempo a candidatar-me a Enfermagem (desisti quando soube que tinha entrado);
- não teria deixado o voluntariado na Acreditar;
- não teria dado uma segunda oportunidade a uma pessoa;
- não teria deixado de conduzir há 13 anos;
- teria sido mais compreensiva com uma colega;
- não teria perdido o contacto com alguns colegas da escola secundária;
- teria aprendido francês;
- teria feito um curso de inglês, daqueles bons;
- teria feito um curso de fotografia há alguns anos (mas ainda vou a tempo);
- não teria perdido tempo com algumas pessoas que nunca o mereceram;
- não teria investido tanto numa amizade que nunca o chegou a ser verdadeiramente (e infelizmente);
- não teria cortado as cortinas da minha mãe, num ataque de fúria (tinha 7 anos, ok?!)
- não teria sido tão fria com algumas pessoas que sempre me trataram bem;
- teria pintado a casa antes de vir para cá morar (agora vai dar-me mais trabalho);
- não teria ficado noiva;
- teria feito mais uma licenciatura (quando ainda tinha forças para tal);
- não teria deixado cair o banco da minha avó em cima do dedo grande do pé e não teria ficado com o dedo partido;
- não teria discutido tantas vezes com a minha irmã;
- teria estado mais vezes com a minha bisavó.
- teria feito o mesmo curso que fiz, no mesmo local e com os mesmos professores (menos um, pronto);
- não teria perdido tempo a candidatar-me a Enfermagem (desisti quando soube que tinha entrado);
- não teria deixado o voluntariado na Acreditar;
- não teria dado uma segunda oportunidade a uma pessoa;
- não teria deixado de conduzir há 13 anos;
- teria sido mais compreensiva com uma colega;
- não teria perdido o contacto com alguns colegas da escola secundária;
- teria aprendido francês;
- teria feito um curso de inglês, daqueles bons;
- teria feito um curso de fotografia há alguns anos (mas ainda vou a tempo);
- não teria perdido tempo com algumas pessoas que nunca o mereceram;
- não teria investido tanto numa amizade que nunca o chegou a ser verdadeiramente (e infelizmente);
- não teria cortado as cortinas da minha mãe, num ataque de fúria (tinha 7 anos, ok?!)
- não teria sido tão fria com algumas pessoas que sempre me trataram bem;
- teria pintado a casa antes de vir para cá morar (agora vai dar-me mais trabalho);
- não teria ficado noiva;
- teria feito mais uma licenciatura (quando ainda tinha forças para tal);
- não teria deixado cair o banco da minha avó em cima do dedo grande do pé e não teria ficado com o dedo partido;
- não teria discutido tantas vezes com a minha irmã;
- teria estado mais vezes com a minha bisavó.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Uma ambiguidade de sentimentos
Os desafios são assim, uma ambiguidade de sentimentos: há mais trabalho, mais cansaço, mais tempo investido mas também há isso a que chamamos de consideração pelas pessoas, pelo trabalho que fazem, pela postura no dia-a-dia. Uma pessoa fica angustiada e fica feliz.
A escola também é feita de desafios que surgem assim, de repente, e desta vez, houve um que bateu à minha porta. Se ao princípio fiquei um bocadinho assustada, agora tenho quase a certeza que é um risco que vale a pena correr, nem que seja pela possibilidade de ter uma experiência totalmente diferente. Coordenar a equipa de avaliação interna do meu agrupamento não será algo propriamente fácil mas vai obrigar-me a respirar fundo, a investir o que aprendi no mestrado, a pensar noutras coisas que vão para além do ensino e aprendizagem, para além dos alunos ali na sala de aula. Terei de conversar com mais pessoas, trocar ideias, estratégias de trabalho, reflectir um pouco mais além, pensar noutros aspectos da escola. E eu precisava disso, mesmo sabendo que daqui a uns tempos vou estar a dizer raios e coriscos do trabalho extra que me veio parar às mãos.
A escola também é feita de desafios que surgem assim, de repente, e desta vez, houve um que bateu à minha porta. Se ao princípio fiquei um bocadinho assustada, agora tenho quase a certeza que é um risco que vale a pena correr, nem que seja pela possibilidade de ter uma experiência totalmente diferente. Coordenar a equipa de avaliação interna do meu agrupamento não será algo propriamente fácil mas vai obrigar-me a respirar fundo, a investir o que aprendi no mestrado, a pensar noutras coisas que vão para além do ensino e aprendizagem, para além dos alunos ali na sala de aula. Terei de conversar com mais pessoas, trocar ideias, estratégias de trabalho, reflectir um pouco mais além, pensar noutros aspectos da escola. E eu precisava disso, mesmo sabendo que daqui a uns tempos vou estar a dizer raios e coriscos do trabalho extra que me veio parar às mãos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
Quando for grande, quero ser como os meus pais
Olho muitas vezes para os meus pais e digo para mim mesma que quando for grande quero ser assim: quero ser a segurança, a frontalidade, a determinação que lhes vejo nos olhos, nas palavras, nos gestos.
Depois penso que o que gostava mesmo era de ser mãe e de materializar tudo isso nessa forma de estar e viver. É verdade que o sou todos os dias, um bocadinho. Pelo menos sinto-me um pouco assim. Naquele bocadinho que lê as histórias e ralha quando tem de ser, ou no bocadinho que lhes faz uma festa na cabeça e elogia os esforços. Mas também gostava de ser mãe nos outros bocadinhos - os mais chatos, os mais íntimos, os que precisam dos abraços e dos mimos, os bocadinhos que alimentam, os que aguentam as birras, os bocadinhos que dão a segurança, o conforto. É aí que me falta crescer e ser grande, é aí que gostava de ser como os meus pais - na segurança e conforto que (ainda) me dão quando preciso.
Depois penso que o que gostava mesmo era de ser mãe e de materializar tudo isso nessa forma de estar e viver. É verdade que o sou todos os dias, um bocadinho. Pelo menos sinto-me um pouco assim. Naquele bocadinho que lê as histórias e ralha quando tem de ser, ou no bocadinho que lhes faz uma festa na cabeça e elogia os esforços. Mas também gostava de ser mãe nos outros bocadinhos - os mais chatos, os mais íntimos, os que precisam dos abraços e dos mimos, os bocadinhos que alimentam, os que aguentam as birras, os bocadinhos que dão a segurança, o conforto. É aí que me falta crescer e ser grande, é aí que gostava de ser como os meus pais - na segurança e conforto que (ainda) me dão quando preciso.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
...
Diz-se que mudar de corte de cabelo indica o desejo de uma mudança. Eu quero manter o meu cabelo tal qual está mas preciso de mudar a decoração (quase) toda desta casa. Não sei se isso é indicativo de alguma mudança na minha vida, mas para já é sinal de que já estou farta de ver as coisas no mesmo lugar há seis anos.
Parece-me que vou trocar a compra das roupinhas novas de Verão por candeeiros, cortinados, tapetes e baldes de tinta...
Parece-me que vou trocar a compra das roupinhas novas de Verão por candeeiros, cortinados, tapetes e baldes de tinta...
domingo, 16 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
uma foto por dia #135
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
...
Há dias em que as minhas unhas se desfazem a olhos vistos. Quebram, lascam, dobram. São fracas. A maior parte das vezes e para remediar a situação corto-as a pensar que as livro de todos os males. Pinto-as quase todas as semanas e disfarço a sua fragilidade com cores de nomes bonitos: Doce Orgulho, Beijo, Desejo, Love, Final Feliz, Pura Luxúria.
Há dias em que resulta mas há outros em que nem o melhor verniz disfarça a fraqueza que vai aqui pelas minhas mãos. Nessas alturas o melhor é deixa-las assim, ao natural, e esperar que se recomponham com a tranquilidade possível dos dias que passam.
Há dias em que resulta mas há outros em que nem o melhor verniz disfarça a fraqueza que vai aqui pelas minhas mãos. Nessas alturas o melhor é deixa-las assim, ao natural, e esperar que se recomponham com a tranquilidade possível dos dias que passam.
E ainda dizem que não há príncipes?
Há alguns anos, quando vi o Donnie Darko, achei-o engraçadinho e nada mais. Hoje deparo com esta imagem via Formiguita Bipolar [as melhoras dessa maldita amigdalite] e fiquei assim meio atordoada.
Não há dúvida que eu gosto mesmo é de homens de barba rija e pêlos no peito (já o cabelo comprido, dispenso). ;)
Não há dúvida que eu gosto mesmo é de homens de barba rija e pêlos no peito (já o cabelo comprido, dispenso). ;)
...
(...) Se a minha avó fosse viva, indignar-se-ia hoje por ninguém respeitar o seu silêncio. Teria passado os últimos dois dias a ser interrompida nas suas orações, não por mim, mas pelos comentadores da televisão. Os seus Pai Nosso seriam quebrados pelas considerações em directo sobre o facto de haver cadeiras Philippe Starck para o Papa se sentar. Estranharia a presença e as opiniões da Constança Cunha e Sá sobre o facto de as pessoas acharem o Papa mais simpático ao vivo. Dispensaria o eco permanente dos repórteres, redundando cada gesto e cada palavra do Papa e completando-os com inteligentíssimas suposições, como "e agora Bento XVI vai descansar porque também é humano".
Porque, por mais que me custasse, por mais que isso contrariasse a minha natureza inquieta e irrequieta de criança, a minha avó sabia que a Fé se alimenta no silêncio e interioridade. E se fosse de outra forma, ela então preferia era mesmo ver telenovelas.
Porque, por mais que me custasse, por mais que isso contrariasse a minha natureza inquieta e irrequieta de criança, a minha avó sabia que a Fé se alimenta no silêncio e interioridade. E se fosse de outra forma, ela então preferia era mesmo ver telenovelas.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
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