sexta-feira, 15 de julho de 2011

SBSR



Beirut e Arctic Monkeys. Não morro de amores pelos Artic mas adorei Beirut, que nunca tinha visto ao vivo. Apesar de ser uma banda mais intimista e mais adequada a palcos e espaços mais pequenos, gostei muito de os ver ao vivo e só por isso já valeu a estafa que foi chegar ao recinto. Ainda poupámos uma horinha de caminho porque fizemos um desvio ali até à rotunda de Coina e chegámos a tempo de ver os dois concertos. Quanto ao pó, ao recinto, à organização... enfim, nota negativa. Foi a primeira vez que participei no SuperBock SuperRock e certamente será a última.. pelo menos até mudarem de local.

[giro, giro, é colocar a minha opinião no mural do SBSR, no facebook e a mesma ser apagada logo de seguida... fantástico]

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Brincas ou não brincas?

O meu sobrinho

 A olhar para mim com aqueles olhos de três semanas de vida, já lhe conto algumas histórias, canto-lhe lengalengas e segredo-lhe ao ouvido que é dos bebés mais bonitos que já vi na minha vida. Eu cá não sei muito de maternidade e pouco percebo de cocós e chichis, biberons, Aero-ons ou Mustelas mas uma certeza eu tenho: um dos melhores momentos dos meus dias é aquele bocadinho de tempo em que estou com o M. ao colo e o embalo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

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Hoje, por acaso, abri a minha wishlist e apeteceu-me mudar tudo, ou quase. Aliás... apeteceu-me escrever que não, não é aquilo que mais quero para mim: não é a máquina fotográfica ou a lente ou aqueles livros todos. Não é sequer um carro novo ou mesmo uma mala de marca; não é de certeza absoluta uma saia, um vestido ou um produto de maquilhagem ou até um perfume. Claro que tudo isto seria recebido de bom grado mas... é isto o que eu realmente quero? Não, não é. O que quero não se compra, não se vende, não é caro ou barato. O que quero é algo que tem vindo a crescer, de dia para dia, é fruto do que sinto, do que me fazem sentir, do que recebo, do que dou.
Que as certezas que têm vindo a crescer se transformem na realização desse desejo. Não preciso de mais nada.

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Coisas bonitas

Talvez uma das coisas mais bonitas que existe seja a celebração do amor, desde a forma mais singela, à forma mais rebuscada, o que é certo é que fico derretida sempre que vejo ou leio ou assisto a alguma manifestação de amor. Coisas de mulheres, ou talvez não, que isso hoje em dia já está em desuso.

De entre todas elas, o casamento ainda é a celebração que me deixa mais emocionada. Sim, ainda acredito no casamento e continua-me a fazer confusão quando oiço falar nele como um simples contrato.
Adiante.

Tudo isto para vos mostrar um blogue de que gosto muito - 100 layer cake. São as fotos, as decorações, os vestidos, os vídeos, as ideias. Depois vejam este post, em particular, um dos meus favoritos.

domingo, 26 de junho de 2011

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Eu ainda acho que apesar de não fazermos por merecer as coisas menos boas, a vida faz-nos passar por elas por alguma razão. Não é destino ou algo premeditado, é tão somente porque tem mesmo de ser assim. Não vale a pena pensar no porquê das coisas... como a mãe preocupada diz, não as podendo mudar já é bom se conseguirmos mudar a forma de olhar para elas. Acho que isso se chama sabedoria.

sábado, 25 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

terça-feira, 14 de junho de 2011

Sugestões, precisam-se

Estou farta de sandálias e sabrinas e sapatinhos assim-assim mais ou menos chiques. Preciso de ténis, ténis que fiquem bem com saias e calções de ganga e calças também. Sim, quero três em um. Não precisam ser de marca, precisam apenas de ser bonitos e confortáveis. Sugestões, precisam-se. Com imagens, de preferência.
Anyone?

E o Algarve aqui tão perto


Foi o melhor fim de semana que poderia ter tido. O melhor. :)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Post em jeito de balanço ou nem tanto

Junho parece que não acaba. Está quase, bem sei. Está quase e falta o quase. Não queria viver assim, agora, presa à ideia de fins de semana, de férias, de dias sem trabalho... mas este ano é quase inevitável. Não quero lamentar-me a toda a hora mas o tema é recorrente entre colegas de trabalho e as pessoas que me rodeiam vêem na minha cara o que sinto dentro do meu peito. Sou transparente e não consigo disfarçar, lamento. E tudo o que é injusto deixa-me assim, quase sem forças para nada.
Talvez me falte maturidade para encarar as coisas com outro ânimo, relativizar ou até não querer saber. Talvez precise de saber separar melhor as águas: o trabalho fica no trabalho e não vem para casa, mas é quase impossível fazê-lo. Talvez a solução seja apenas uma, a que faço todos os dias: dormir de consciência tranquila e agir com responsabilidade, mesmo sabendo que há coisas que nunca vão mudar ao nosso redor.
Para o ano há mais e os erros que aconteceram só devem servir para nos lembrarmos que a perfeição é impossível e que o melhor de nós próprios também é feito de pequenas falhas.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Maio já lá vai

Maio e Junho são os piores meses em termos de trabalho. Tudo é pedido para ontem, tudo é urgente e depois aparece sempre algo mais que vem estragar mais um bocadinho a semana. Sem falar na quantidade de reuniões para isto e para aquilo... Este ano não tem sido diferente. O cansaço aumenta a olhos vistos e quase não há tempo para respirar.
Este fim de semana só tenho os testes mensais para corrigir... menos mal. Tendo em conta as duas últimas semanas posso até dizer que vou ter um fim de semana (quase) descansado.

Está quase.