quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
...
Sinceramente, eu gostava mesmo de ter motivação própria para a coisa mas neste momento nem o facto de poder progredir dois anos na carreira ou um aumento considerável no ordenado me parecem suficientes para que isto ande para a frente com cabeça, tronco e membros. Droga. Pois é. Estive toda a tarde a trabalhar e acho que tudo o que escrevo é uma miséria tendo em conta o que leio das teses que preciso de consultar para as minhas referências. Droga, mais uma vez. Isto da mania dos perfeccionismos não me ajuda. Só me faz crer que a coisa não me parece boa ou aceitável até. Apetecia-me começar do zero mas não vou ter tempo para isso. Droga e mer**. Abanão, precisa-se. Urgentemente.
[e que porcaria de texto, mas desculpem-me que hoje estou em modo off para a escrita]
[e que porcaria de texto, mas desculpem-me que hoje estou em modo off para a escrita]
terça-feira, 14 de abril de 2009
Isto faz-me mesmo dançar
Desde pequena que adoro esta música e este vídeo! ;)
[E chega da músicas por hoje]
Das muitas coisas que me fazem confusão...
...uma delas é o desprezo com o qual as pessoas falam da cidade da Amadora e das restantes localidades da linha de Sintra.
Morei na Amadora 27 anos, idade em que decidi sair do conforto do lar dos pais, e mudei-me para outra localidade da linha de Sintra, mais perto da vila. Gosto muito desta zona e dificilmente me veria a morar em zonas como Oeiras ou Cascais, porque simplesmente nada têm a ver comigo. A diferença é que não ando para aí a dizer aos sete ventos que a linha de Cascais está cheia de tios e tias, que (quase) todos não passam de snobs, novos-ricos ou até de pesssoas que julgam ter mais qualidade de vida só porque vivem junto ao mar (com as devidas generalizações, que eu sei que não são todos assim).
Sinceramente, irrita-me. Irrita-me porque conheço bem demais esta zona e não acho que seja assim tão perigoso ou tão mau viver num local só porque temos a IC 19 todos os dias para percorrer. Quantas estradas há por aí mais complicadas, quanto tempo demoram as pessoas na Marginal ou na A5? Mas pronto... é chique viver na linha de Cascais e não faz mal estar 30 minutos no trânsito.
Sim, moro na linha de Sintra, trabalho na linha de Sintra e não tenciono sair daqui tão cedo. A não ser que consiga comprar uma casa no Parque das Nações ou numa zona mais calma de Lisboa ou então em Colares ou nas Azenhas do Mar. Ou em frente à Praia Grande, com mar a sério a espreitar pela janela.
Morei na Amadora 27 anos, idade em que decidi sair do conforto do lar dos pais, e mudei-me para outra localidade da linha de Sintra, mais perto da vila. Gosto muito desta zona e dificilmente me veria a morar em zonas como Oeiras ou Cascais, porque simplesmente nada têm a ver comigo. A diferença é que não ando para aí a dizer aos sete ventos que a linha de Cascais está cheia de tios e tias, que (quase) todos não passam de snobs, novos-ricos ou até de pesssoas que julgam ter mais qualidade de vida só porque vivem junto ao mar (com as devidas generalizações, que eu sei que não são todos assim).
Sinceramente, irrita-me. Irrita-me porque conheço bem demais esta zona e não acho que seja assim tão perigoso ou tão mau viver num local só porque temos a IC 19 todos os dias para percorrer. Quantas estradas há por aí mais complicadas, quanto tempo demoram as pessoas na Marginal ou na A5? Mas pronto... é chique viver na linha de Cascais e não faz mal estar 30 minutos no trânsito.
Sim, moro na linha de Sintra, trabalho na linha de Sintra e não tenciono sair daqui tão cedo. A não ser que consiga comprar uma casa no Parque das Nações ou numa zona mais calma de Lisboa ou então em Colares ou nas Azenhas do Mar. Ou em frente à Praia Grande, com mar a sério a espreitar pela janela.
E assim se inicia o último trimestre de aulas
Hoje cheguei cedo à escola. Escrevi o plano do dia no quadro, no meu caderno e preparei o material que precisava. Entretanto, conversa puxa conversa com os colegas, quando cheguei à sala de aula já tinha as 24 pestinhas sentadas, com os cadernos e livros distribuídos e a copiarem o plano do dia. Só tive tempo de dizer "bom dia" e começámos logo a trabalhar. Eram 9:10.
[Tomara que fosse assim todos os dias]
[Tomara que fosse assim todos os dias]
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Breve post só para dizer que já ando por aqui outra vez
O fim-de-semana foi intenso. Tirei centenas de fotografias mas não posso mostrar mais de metade. Logo, mais logo mostro algumas imagens.
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
E depois, caio facilmente em tentação
[foto daqui]
Pronto... se tivermos um bolo assim parecido a este, podemos comer só um bocadinho. Não é?
[Eu não devia ver blogues de receitas. Não devia mesmo]
quarta-feira, 8 de abril de 2009
E é assim
A partir de hoje e até segunda-feira os posts serão escassos.
Até sábado estarei em parte incerta e só depois farei a minha viagem de comboio até ao Fundão para passar a Páscoa junto dos avós, pais e irmã, tios e primos.
Adivinha-se muito descanso, mimos, (boas) conversas, muita comidinha (da boa!), risos e sorrisos e claro, centenas de fotografias. Tudo o que me faz feliz.
Não abusem do chocolate, que faz mal aos rins.
;)
Até sábado estarei em parte incerta e só depois farei a minha viagem de comboio até ao Fundão para passar a Páscoa junto dos avós, pais e irmã, tios e primos.
Adivinha-se muito descanso, mimos, (boas) conversas, muita comidinha (da boa!), risos e sorrisos e claro, centenas de fotografias. Tudo o que me faz feliz.
Não abusem do chocolate, que faz mal aos rins.
;)
terça-feira, 7 de abril de 2009
...
Rendi-me às terapias em prol de da minha saúde e de uma melhor condição fisica: pressoterapia (ou drenagem linfática), termoterapia e crioterapia. Todos os dias e durante meia-hora, o meu corpo parece levitar enquanto leio um livrinho ou uma revista. A excepção é a crioterapia - as pernas ficam tão geladas, mas tão geladas que me sinto dentro de uma arca congeladora. Mas tudo se faz para ver derrotada a maldita celulite...
2 num mundo sobre rodas
[logotipo de Alexandre Rosas]
A Tanya e o Rafael vão fazer uma viagem durante 7 longos meses, pela Europa, de bicicleta. Partem amanhã e vão sem grandes rotas definidas, apenas com vontade de viver.
Sigam-os aqui e aqui.
A Tanya e o Rafael vão fazer uma viagem durante 7 longos meses, pela Europa, de bicicleta. Partem amanhã e vão sem grandes rotas definidas, apenas com vontade de viver.
Sigam-os aqui e aqui.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
...
A semana parece longa mas esgota-se depressa. Até quinta-feira há que cumprir uma série de compromissos que guardei para esta data - entre idas à escola, à faculdade, fazer análises, marcar exames médicos e trabalhar na tese, resta-me pouco tempo para o que realmente interessa em interrupção lectiva - descansar.
[Qualquer dia pareço obcecada com isto, se não o parecer já...]
Mas tive um bom domingo. Não vim à internet e ocupei-me com outras actividades que me deixaram mais tranquila e serena. E saber que não trabalhava na segunda-feira foi meio caminho andado para tudo correr melhor.
[esqueci-me de fazer a foto do dia, mais uma vez]
[Qualquer dia pareço obcecada com isto, se não o parecer já...]
Mas tive um bom domingo. Não vim à internet e ocupei-me com outras actividades que me deixaram mais tranquila e serena. E saber que não trabalhava na segunda-feira foi meio caminho andado para tudo correr melhor.
[esqueci-me de fazer a foto do dia, mais uma vez]
domingo, 5 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
uma foto por dia #084
Scones quentinhos!
Segui esta receita mas fiz três modificações:
pus uma colher de chá de acúcar baunilhado, acrescentei um ovo e em vez de azeite, usei margarina.
[Não esquecer: da próxima vez retirar um pouco de leite, por causa do ovo]
Mesmo assim, ficaram óptimos!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Parece que qualquer dia começo a twittar com o meu pai
Ontem, ao jantar:
- Conheces o Twitter e o LinkdIn?
- Sim... porquê?
- Ouvi falar muito bem dessas coisas. Inscreve-me lá nisso.
- Conheces o Twitter e o LinkdIn?
- Sim... porquê?
- Ouvi falar muito bem dessas coisas. Inscreve-me lá nisso.
uma foto por dia #082
Hoje é o dia Internacional do Livro Infantil
... e eu vou comemorá-lo para Lisboa. Na 1ª Festa do Livro Infantil, na Praça da Figueira.

Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil - uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People)
[Só não entendo como é que a página da APPLIJ - Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil, está desactivada]
Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil - uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People)
[Só não entendo como é que a página da APPLIJ - Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil, está desactivada]
quarta-feira, 1 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
...
Se há coisa que me irrita profundamente é ouvir algumas pessoas queixarem-se da sua condição quando têm dinheiro mais que suficiente para isto ou aquilo. A crise? Tenham vergonha e não falem de crise! Muito menos ao pé de quem a vive na realidade e nem sequer diz nada.
De vez em quando...
... o revisor do comboio tem de me acordar para lhe mostrar o passe.
... como um chocolate de uma vez só.
... vou ao cinema sozinha.
... deito-me às três da manhã.
... tenho mais esperança.
... preciso de não fazer nada.
... apetece-me mudar de vida.
... não tomo o pequeno-almoço.
... observo com mais atenção as pessoas.
... sonho acordada.
... assusto-me comigo própria.
... acho que tudo podia ser diferente.
... gostava de conhecer todos os meus leitores ou seguidores.
... sinto-me melhor depois de escrever.
... passo dias sem ver televisão.
... deixo-me ir.
... tenho a certeza absoluta de que tudo é possível.
... gosto de cozinhar.
... apetece-me fazer uma loucura.
... perco tempo com o que não devo.
... desorganizo-me.
... o mundo gira ao contrário.
... o meu lado esquerdo é mais forte do que o outro.
... vou ali e já venho.
... perco a timidez.
... faço bolos só para mim.
... não oiço ninguém.
... estendo a roupa à meia-noite.
... apanho alfazema ali do canteiro da rua para perfumar a casa.
... preciso de ver a minha família.
... escrevo posts como este, porque não me apetece escrever mais nada.
... como um chocolate de uma vez só.
... vou ao cinema sozinha.
... deito-me às três da manhã.
... tenho mais esperança.
... preciso de não fazer nada.
... apetece-me mudar de vida.
... não tomo o pequeno-almoço.
... observo com mais atenção as pessoas.
... sonho acordada.
... assusto-me comigo própria.
... acho que tudo podia ser diferente.
... gostava de conhecer todos os meus leitores ou seguidores.
... sinto-me melhor depois de escrever.
... passo dias sem ver televisão.
... deixo-me ir.
... tenho a certeza absoluta de que tudo é possível.
... gosto de cozinhar.
... apetece-me fazer uma loucura.
... perco tempo com o que não devo.
... desorganizo-me.
... o mundo gira ao contrário.
... o meu lado esquerdo é mais forte do que o outro.
... vou ali e já venho.
... perco a timidez.
... faço bolos só para mim.
... não oiço ninguém.
... estendo a roupa à meia-noite.
... apanho alfazema ali do canteiro da rua para perfumar a casa.
... preciso de ver a minha família.
... escrevo posts como este, porque não me apetece escrever mais nada.
segunda-feira, 30 de março de 2009
...
(...) Ainda faltam quinze dias para o fim das férias e já não as posso ouvir dizer que não têm nada para fazer. Coitadinhas.
Não me lembro da última vez que disse "não tenho nada para fazer". Talvez fosse Verão e eu, ainda estudante, vivesse com os meus pais.
Mais do que as crianças, acho que os adultos também podiam não ter nada que fazer, no entanto, existe sempre algo prioritário, fruto desta vida stressante que levamos. É preciso limpar a casa, ir às compras, estender a roupa, lavar o carro, arranjar qualquer coisa em casa, ler um livro, fazer desporto, passear, ver televisão, ir ao cinema. Inventamos actividades e por vezes acabamos mais cansados porque nem sempre são tão agradáveis assim.
Não ter nada que fazer é bom. Muitas vezes é melhor que tudo o resto, porque simplesmente podemos estar sem agir. Chamemos-lhe ócio ou preguiça, não interessa. A vida não tem de ser feita de constantes acções, reacções, radicalismos, aventuras, energia, movimento contínuo. Também precisamos de não fazer nada e devemos fazê-lo bem. Porque isso também é qualidade de vida.
Não me lembro da última vez que disse "não tenho nada para fazer". Talvez fosse Verão e eu, ainda estudante, vivesse com os meus pais.
Mais do que as crianças, acho que os adultos também podiam não ter nada que fazer, no entanto, existe sempre algo prioritário, fruto desta vida stressante que levamos. É preciso limpar a casa, ir às compras, estender a roupa, lavar o carro, arranjar qualquer coisa em casa, ler um livro, fazer desporto, passear, ver televisão, ir ao cinema. Inventamos actividades e por vezes acabamos mais cansados porque nem sempre são tão agradáveis assim.
Não ter nada que fazer é bom. Muitas vezes é melhor que tudo o resto, porque simplesmente podemos estar sem agir. Chamemos-lhe ócio ou preguiça, não interessa. A vida não tem de ser feita de constantes acções, reacções, radicalismos, aventuras, energia, movimento contínuo. Também precisamos de não fazer nada e devemos fazê-lo bem. Porque isso também é qualidade de vida.
domingo, 29 de março de 2009
uma foto por dia #078
My nan's lemon drizzle cake ou Bolo Húmido de Limão - Receita original do Jamie Oliver
A primeira vez que vi este bolo, foi aqui. Apesar de seguir a receita, fiz algumas alterações - não usei manteiga, mas azeite e misturei os ovos com o açúcar em vez de os misturar com a gordura vegetal.
Et voilá!
sábado, 28 de março de 2009
Como será daqui a 10 ou 20 anos?
No comboio, enquanto lia uma das notícias do Expresso sobre a violência aos professores e funcionários de uma escola de Chelas, recordei-me dos meus tempos de estágio.
O meu último ano de estágio foi em 1999, precisamente em Chelas, numa antiga escola agora já demolida que ficava ali mesmo ao lado da feira do Relógio. Na altura, confesso que não me apercebi o que me tinha calhado na rifa, mas depois de alguns dias, compreendi que não ia ser um ano fácil - teria uma turma de 12 crianças do 1º ano, com muitos casos especiais, muitos problemas.
Ser estagiária não é simples, há todo um processo de adaptação e de integração, há que ganhar a confiança dos alunos que nunca nos olham como professores e há também que criar uma dinâmica de trabalho regular e satisfatória. Nessa turma, nunca o consegui. As aulas preparadas ficavam sempre a meio, a indisciplina era constante e apesar do nosso esforço, ali, na faculdade ou mesmo através de conversas informais, era complicado encontrar estratégias que conseguissem minimizar a indisciplina e o mau comportamento dos alunos.
[Os planos de estudo dos cursos de professores de 1º ciclo do ensino politécnico continuam, desde há 10 anos atrás, a ter graves falhas a nível de cadeiras que tratem da indisciplina e da avaliação das aprendizagens dos alunos, mas isso é tema para outro post]
Eu, com 21 anos na altura, sofri com essa minha limitação, essa impossibilidade em fazer melhor perante um cenário daqueles. Muitas vezes, acabava por chorar durante todo o caminho que me levava a casa depois de mais um dia de estágio, tal era a revolta que sentia. E foi por isso que no último dia de curso, disse para mim própria que se consegui aguentar aquilo, aguentava qualquer outra coisa. Agora, já não tenho tanta certeza assim.
A notícia do Expresso retrata a angústia que os professores e as funcionários sentem naquela escola. Refere a vontade em mudar de local de trabalho, a preocupação constante que sentem em cada dia que vão dar aulas.
Um ralhete, hoje em dia, é motivo para que pais e alunos se revoltem contra os professores, é motivo para ameaças, para agressões gratuitas. E é com isto que me assusto. Assusto-me e fico cada vez mais triste com estes cenários que vamos tendo um bocadinho por todo o país.
Interrogo-me muitas vezes como estaremos daqui a 10 ou 20 anos. Porque, verdade seja dita, isto é um problema social e o cerne da questão está aí, na sociedade, na permissividade existente para com as crianças, na pouca autonomia que lhes é dada, na exagerada protecção que em vez de os ajudar, só os prejudica. Eu simplesmente pergunto, o que querem afinal estes pais das suas crianças? E já agora, o que querem dos professores?
O meu último ano de estágio foi em 1999, precisamente em Chelas, numa antiga escola agora já demolida que ficava ali mesmo ao lado da feira do Relógio. Na altura, confesso que não me apercebi o que me tinha calhado na rifa, mas depois de alguns dias, compreendi que não ia ser um ano fácil - teria uma turma de 12 crianças do 1º ano, com muitos casos especiais, muitos problemas.
Ser estagiária não é simples, há todo um processo de adaptação e de integração, há que ganhar a confiança dos alunos que nunca nos olham como professores e há também que criar uma dinâmica de trabalho regular e satisfatória. Nessa turma, nunca o consegui. As aulas preparadas ficavam sempre a meio, a indisciplina era constante e apesar do nosso esforço, ali, na faculdade ou mesmo através de conversas informais, era complicado encontrar estratégias que conseguissem minimizar a indisciplina e o mau comportamento dos alunos.
[Os planos de estudo dos cursos de professores de 1º ciclo do ensino politécnico continuam, desde há 10 anos atrás, a ter graves falhas a nível de cadeiras que tratem da indisciplina e da avaliação das aprendizagens dos alunos, mas isso é tema para outro post]
Eu, com 21 anos na altura, sofri com essa minha limitação, essa impossibilidade em fazer melhor perante um cenário daqueles. Muitas vezes, acabava por chorar durante todo o caminho que me levava a casa depois de mais um dia de estágio, tal era a revolta que sentia. E foi por isso que no último dia de curso, disse para mim própria que se consegui aguentar aquilo, aguentava qualquer outra coisa. Agora, já não tenho tanta certeza assim.
A notícia do Expresso retrata a angústia que os professores e as funcionários sentem naquela escola. Refere a vontade em mudar de local de trabalho, a preocupação constante que sentem em cada dia que vão dar aulas.
Um ralhete, hoje em dia, é motivo para que pais e alunos se revoltem contra os professores, é motivo para ameaças, para agressões gratuitas. E é com isto que me assusto. Assusto-me e fico cada vez mais triste com estes cenários que vamos tendo um bocadinho por todo o país.
Interrogo-me muitas vezes como estaremos daqui a 10 ou 20 anos. Porque, verdade seja dita, isto é um problema social e o cerne da questão está aí, na sociedade, na permissividade existente para com as crianças, na pouca autonomia que lhes é dada, na exagerada protecção que em vez de os ajudar, só os prejudica. Eu simplesmente pergunto, o que querem afinal estes pais das suas crianças? E já agora, o que querem dos professores?
Março, marçagão, manhãs de Inverno, tardes de Verão
Decididamente, não gosto de meias-estações: Primavera e Outono, não muito obrigada. Venham daí o Verão e o Inverno que ainda continuam a ser as estações do ano que mais gosto.
Apesar de antípodas na essência que as caracteriza, ao menos há a certeza quase absoluta do que nos espera: ou muito calor ou muito frio e eu sou uma mulher que gosta mais da certeza do que do talvez. Para o bem ou para o mal.
Apesar de antípodas na essência que as caracteriza, ao menos há a certeza quase absoluta do que nos espera: ou muito calor ou muito frio e eu sou uma mulher que gosta mais da certeza do que do talvez. Para o bem ou para o mal.
E sai um desejo fresquinho!
O que que queria mesmo, mesmo, mesmo, era passar uns diazinhos assim num Hotel-Spa, longe da vista de todos, com direito a tudo. Tudo!
Parece simples, não é?
Parece simples, não é?
sexta-feira, 27 de março de 2009
uma foto por dia #076
Gosto muito de literatura infantil. Se calhar nem sabem, mas até tenho um blogue de literatura infantil que, por falta de tempo, está parado há mais de dois anos.
Hoje, por acaso, enquanto fazia algumss compras no Continente, lembrei-me de ir à secção de livros infantis e encontrei duas pérolas no meio do Noddys, Rucas e Mickeys e de tantos outros livros que deixam muito a desejar quanto à sua qualidade literária. Trouxe-os para casa, claro.
Hoje, por acaso, enquanto fazia algumss compras no Continente, lembrei-me de ir à secção de livros infantis e encontrei duas pérolas no meio do Noddys, Rucas e Mickeys e de tantos outros livros que deixam muito a desejar quanto à sua qualidade literária. Trouxe-os para casa, claro.
quinta-feira, 26 de março de 2009
...
E de repente estamos no fim de Março e as aulas acabam amanhã. Para a semana há reuniões e mais reuniões e depois... depois talvez haja algum tempo para descansar.
Até que enfim.
Até que enfim.
terça-feira, 24 de março de 2009
Blogues
O mundo da blogosfera é vasto. Há de tudo, para todos os gostos e feitios, com formatos e designs diversos, com temas mais ou menos específicos, com pessoas mais ou menos anónimas.
Nisto da blogosfera e do design dos blogues, sempre achei que menos é mais e é por isso que sou automaticamente atraída por blogues com templates simples e de cores sóbrias. Se gostar do conteúdo, é ouro sobre azul.
Sem esquecermos que cada um tem os seus gostos e preferências, os blogues que aqui apresento, para mim, aliam a qualidade e/ou a originalidade dos conteúdos a um bom design. E é por isso que merecem o meu destaque.
Enjoy!
Q&A
Egotismo
Flagrante Delícia
Fotografário
Hiperbólicamente falando
refogado & hortelã
Favorite things
Vincent
La double vie de veronique
Caderno Branco
The Heart is a Lonely Hunter
Nisto da blogosfera e do design dos blogues, sempre achei que menos é mais e é por isso que sou automaticamente atraída por blogues com templates simples e de cores sóbrias. Se gostar do conteúdo, é ouro sobre azul.
Sem esquecermos que cada um tem os seus gostos e preferências, os blogues que aqui apresento, para mim, aliam a qualidade e/ou a originalidade dos conteúdos a um bom design. E é por isso que merecem o meu destaque.
Enjoy!
Q&A
Egotismo
Flagrante Delícia
Fotografário
Hiperbólicamente falando
refogado & hortelã
Favorite things
Vincent
La double vie de veronique
Caderno Branco
The Heart is a Lonely Hunter
segunda-feira, 23 de março de 2009
...
Enquanto arrumava a cozinha deparei-me com uma lata de leite condensado esquecida no armário. Quando dei por mim, tinha meu anjinho protector a segredar-me ao ouvido Sofia, não te desgraces! Há ali sopinha de espinafres que não é doce mas faz músculos e além disso, se queres perder peso, faz um esforço e deixa-te de recaídas. Sim?
Claro que o diabinho ainda tentou dissuadir-me e fez-me ficar a olhar para a dita lata mais uns segundos, enquanto me provocava com o tridente : É só desta vez... Estás a precisar de açúcar e isso até te vai animar.
Mas não. Fechei a porta do armário, apaguei as luzes da cozinha e fiz desaparecer o diabinho da minha consciência. Pelo menos por agora.
Claro que o diabinho ainda tentou dissuadir-me e fez-me ficar a olhar para a dita lata mais uns segundos, enquanto me provocava com o tridente : É só desta vez... Estás a precisar de açúcar e isso até te vai animar.
Mas não. Fechei a porta do armário, apaguei as luzes da cozinha e fiz desaparecer o diabinho da minha consciência. Pelo menos por agora.
Motivação, precisa-se
[sobre a origem deste cartaz]
Hoje, pouco mais há a dizer.
Foi uma segunda-feira que me desgastou mais do que toda a semana passada. Mas há dias assim, e melhores dias virão, como sempre.
domingo, 22 de março de 2009
sábado, 21 de março de 2009
A escola que eu gostaria que existisse aqui em Lisboa.
Percam quinze minutos do vosso tempo e vejam este vídeo.
[Quando falo da visita que fiz a esta escola há alguns anos atrás, do que vi e ouvi, há ainda quem pense que falo de uma utopia e não acredite]
[Quando falo da visita que fiz a esta escola há alguns anos atrás, do que vi e ouvi, há ainda quem pense que falo de uma utopia e não acredite]
Será mesmo que cada um tem aquilo que merece?
Os ditados populares não têm um denominador científico, baseiam-se simplesmente na experiência do povo, nas generalizações, no senso comum e na tradição oral que existe há largos anos. As pessoas acabam por assentar as suas vivências nesse tipo de sabedoria, reforçando-as com base na voz do povo. E porquê? Talvez porque se sintam melhor assim, é como que uma acomodação, uma justificação plausível e compreensível para o que vai acontecendo.
"Cada um tem aquilo que merece"
É uma frase que se ouve e anda nas bocas do povo desde sempre. Não sei se esta expressão será um ditado polular ou não, no entanto, não gosto de a ouvir e acho que de sabedoria nada tem.
Se todas as pessoas tivessem o que merecem, as pessoas de bem estariam felizes e saudáveis e quem se limita a ser má pessoa, teria o que de pior há na vida. Infelizmente e quase sempre, não é assim. Acabamos por assistir todos os dias a injustiças, revoltamo-nos com pequenas grandes coisas que nos vão acontecendo e nem sempre temos a capacidade para virar tudo ao contrário, porque simplesmente, não está nas nossas mãos.
Para muitos isto pode não ter qualquer importância, mas evito utilizar esta expressão. Porque é injusta e cruel de ouvir, principalmente para aqueles que têm apenas um bocadinho de menos sorte na vida.
"Cada um tem aquilo que merece"
É uma frase que se ouve e anda nas bocas do povo desde sempre. Não sei se esta expressão será um ditado polular ou não, no entanto, não gosto de a ouvir e acho que de sabedoria nada tem.
Se todas as pessoas tivessem o que merecem, as pessoas de bem estariam felizes e saudáveis e quem se limita a ser má pessoa, teria o que de pior há na vida. Infelizmente e quase sempre, não é assim. Acabamos por assistir todos os dias a injustiças, revoltamo-nos com pequenas grandes coisas que nos vão acontecendo e nem sempre temos a capacidade para virar tudo ao contrário, porque simplesmente, não está nas nossas mãos.
Para muitos isto pode não ter qualquer importância, mas evito utilizar esta expressão. Porque é injusta e cruel de ouvir, principalmente para aqueles que têm apenas um bocadinho de menos sorte na vida.
sexta-feira, 20 de março de 2009
uma foto por dia #070
Quando iniciei o 1º ano com esta turma, escrevia no quadro com a letra manuscrita. Apesar de ouvir algumas vozes contra este tipo de letra - porque é difícil, porque não é aquela que lemos no dia-a-dia - continuo a achar que resulta melhor ensinar a ler e a escrever através dos dois tipos de letra aos quais vulgarmente chamamos de letra manuscrita e letra de imprensa.
Os alunos fazem a relação entre as letras e acabam por saber ler os diferentes tipos de letra que aparecem à sua volta. Quanto à escrita, eles alteram a letra quando assim o entenderem, acabando por torná-la mais pessoal. É o que está a acontecer agora. É quase como uma marco na transição do 1º ciclo para o 2º ciclo.
Os alunos fazem a relação entre as letras e acabam por saber ler os diferentes tipos de letra que aparecem à sua volta. Quanto à escrita, eles alteram a letra quando assim o entenderem, acabando por torná-la mais pessoal. É o que está a acontecer agora. É quase como uma marco na transição do 1º ciclo para o 2º ciclo.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Desculpem lá, mas o meu pai é que é o melhor pai do mundo
O meu pai tem uns olhos do azul mais azul que possam imaginar e um sorriso aberto e franco. Esteve quase para ser padre - aos 11 anos desistiu do seminário porque diz ele que aquilo já não lhe dizia nada. No entanto, acrescenta que foi a escola onde teve os melhores professores, o local que o fez crescer mais depressa. Mais tarde, muito mais tarde, esteve na Guerra Colonial e as memórias que me conta desses tempos fazem-me ficar sempre com um aperto no coração porque sei que sofreu horrores mas resistiu. É forte, o meu pai.
Exigente, idealista, justo, lutador, coerente nos seus princípios e na forma de estar na vida, conseguiu que a minha infância fosse rica, plena de simbolismos e estímulos.
Ensinou-me a ouvir música todos os domingos de manhã - Abba, Carlos Paredes, Zeca Afonso, Jacques Brel, Fausto, José Mário Branco, Caetano Veloso entre outros - mesmo quando, aos 3/4 anos eu lhe rasgava as capas dos LPs [a minha curiosidade era mais forte do que a possibilidade de de levar um ralhete ou castigo]. Deixava-me livros na mesa de cabeceira, sempre com uma dedicatória, e levava-me à escola, embora chegasse quase sempre atrasada. De vez em quando comprava-me uma bola de berlim, Pez ou Sugus e quando eu trazia um Satisfaz num teste da escola, não ficava nada satisfeito porque me dizia que eu era capaz de muito mais. Esteve sempre presente nas reuniões de pais e eu tinha orgulho disso.
Com ele vi pela primeira vez o filme Kramer contra Kramer e a partir desse dia Meryl Streep tornou-se a minha actriz favorita. Trazia-me as revistas do Tintim que eu lia para depois destruir fazendo das suas folhas, patins para escorregar na alcatifa da sala [ainda me condeno por tamanha barbaridade]. Ensinou-me a fotografar com uma Zenith, pesada e que me fazia doer os braços e revelou-me que o segredo da fotografia era um: a luz.
Desabafava comigo coisas que se calhar eu não devia ter ouvido com aquela idade, mas penso que não me fez mal. Sobrevivi e estou mentalmente saudável, acho. ;) Chorou na minha bênção de fitas e escreveu-me A carta. A mais bonita de todas. A ele lhe confessei as minhas angústias aos 18 anos e a ele lhe confesso algumas angústias de agora.
Sempre presente, de mão ou braço dado, ao perto ou ao longe, tenho a certeza que fez os possíveis e impossíveis para me dar a melhor educação. E apesar dos castigos, sermões e discussões, ficou sempre tudo bem.
O meu pai chama-se José e para mim, claro, é o melhor pai do mundo - o meu pai Zé.
Exigente, idealista, justo, lutador, coerente nos seus princípios e na forma de estar na vida, conseguiu que a minha infância fosse rica, plena de simbolismos e estímulos.
Ensinou-me a ouvir música todos os domingos de manhã - Abba, Carlos Paredes, Zeca Afonso, Jacques Brel, Fausto, José Mário Branco, Caetano Veloso entre outros - mesmo quando, aos 3/4 anos eu lhe rasgava as capas dos LPs [a minha curiosidade era mais forte do que a possibilidade de de levar um ralhete ou castigo]. Deixava-me livros na mesa de cabeceira, sempre com uma dedicatória, e levava-me à escola, embora chegasse quase sempre atrasada. De vez em quando comprava-me uma bola de berlim, Pez ou Sugus e quando eu trazia um Satisfaz num teste da escola, não ficava nada satisfeito porque me dizia que eu era capaz de muito mais. Esteve sempre presente nas reuniões de pais e eu tinha orgulho disso.
Com ele vi pela primeira vez o filme Kramer contra Kramer e a partir desse dia Meryl Streep tornou-se a minha actriz favorita. Trazia-me as revistas do Tintim que eu lia para depois destruir fazendo das suas folhas, patins para escorregar na alcatifa da sala [ainda me condeno por tamanha barbaridade]. Ensinou-me a fotografar com uma Zenith, pesada e que me fazia doer os braços e revelou-me que o segredo da fotografia era um: a luz.
Desabafava comigo coisas que se calhar eu não devia ter ouvido com aquela idade, mas penso que não me fez mal. Sobrevivi e estou mentalmente saudável, acho. ;) Chorou na minha bênção de fitas e escreveu-me A carta. A mais bonita de todas. A ele lhe confessei as minhas angústias aos 18 anos e a ele lhe confesso algumas angústias de agora.
Sempre presente, de mão ou braço dado, ao perto ou ao longe, tenho a certeza que fez os possíveis e impossíveis para me dar a melhor educação. E apesar dos castigos, sermões e discussões, ficou sempre tudo bem.
O meu pai chama-se José e para mim, claro, é o melhor pai do mundo - o meu pai Zé.
[mais uma] Constatação
O que de mais triste há nesta profissão é ter apenas mulheres como colegas de trabalho. Gosto muitos de todas as minhas colegas, mas há dias em que já não suporto ouvir falar dos mesmos assuntos: bebés e maridos.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Sonhos, coisas estranhas, o que o meu inconsciente anda a fazer
Quatro horas de sono por dia não chega, pois não? - pergunto eu
E responde-me o meu corpo:
- Pois claro que não! Põe-te fina ou levas uma reguada daquelas!
E nesse momento eu acordo e tenho a certeza: estou a ficar doida.
E só dormi as quatro horas.
[sim, sonhei isto assim]
E responde-me o meu corpo:
- Pois claro que não! Põe-te fina ou levas uma reguada daquelas!
E nesse momento eu acordo e tenho a certeza: estou a ficar doida.
E só dormi as quatro horas.
[sim, sonhei isto assim]
terça-feira, 17 de março de 2009
De como as palavras podem abrir o apetite
E depois de ler isto só tenho a dizer que são seis da tarde e já jantava.
[E eu gosto tanto de migas...]
[E eu gosto tanto de migas...]
segunda-feira, 16 de março de 2009
A penumbra da claridade
Diz-se que nas adversidades é que se vê realmente quem somos, de que essência somos feitos, qual a nossa força, coragem, resistência. Diz-se que nas adversidades o tempo corre depressa demais e acabamos por não sentir a vida à transparência porque estamos demasiado preocupados com a opacidade dos problemas.
Mas eu não quero isso.
Prefiro que me deixem se é assim que quero estar. E não quero falar das coisas más, prefiro as boas. Quero me deixem dormir muito porque só assim descanso. Quero sossego. E quero, sobretudo, viver à transparência, sem me esconder. Mesmo que as adversidades toldem a lucidez de espírito que é necessário ter todos os dias e seja preciso ir ali ao lado gritar um bocadinho mais com o mundo.
....
Sou uma desgraça a escrever no Messenger e no Gtalk. Quem fala comigo através desses sistemas de conversação, sabe do que estou a falar. Dou calinadas umas atrás das outras: escrevo palavras com mais letras do que devia, escrevo outras com menos letras e escrevo como se ouve, tal é a velocidade a que o faço. Ali, sou disléxica. É um facto.
domingo, 15 de março de 2009
sábado, 14 de março de 2009
...
Corrigir fichas, testes, trabalhos e tudo o resto que esteja relacionado com a escola é aborrecido e cansativo. De toda uma série de funções que os professores desempenham, esta é aquela que menos gosto e por isso há que encontrar estratégias para a conseguir realizar plenamente ou, pelo menos, o melhor possível.
Assim, adoptei duas novas estratégias que até agora têm dado resultado - durante a semana acabo por ficar mais tempo na escola depois das aulas, ou então, vou mais cedo de manhã. Ao fim de semana, pego no monte de fichas e levo-o comigo para um café e entre uma meia-de-leite e um pastel de nata, vou corrigindo tudo. Não tenho quem me distraia, o barulho não me faz confusão e não preciso de me levantar porque a roupa está para estender ou tem de ser dobrada e passada a ferro e depois, não tenho internet. Acabo por estar mais concentrada e em duas horas corrijo uma quantidade considerável de fichas/testes.
Foi o que fiz esta tarde. Ao sol.
Assim, adoptei duas novas estratégias que até agora têm dado resultado - durante a semana acabo por ficar mais tempo na escola depois das aulas, ou então, vou mais cedo de manhã. Ao fim de semana, pego no monte de fichas e levo-o comigo para um café e entre uma meia-de-leite e um pastel de nata, vou corrigindo tudo. Não tenho quem me distraia, o barulho não me faz confusão e não preciso de me levantar porque a roupa está para estender ou tem de ser dobrada e passada a ferro e depois, não tenho internet. Acabo por estar mais concentrada e em duas horas corrijo uma quantidade considerável de fichas/testes.
Foi o que fiz esta tarde. Ao sol.
Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!!!
O mais incrível disto tudo é quando um horóscopo acerta exactamente naquilo que somos e sentimos no momento e as pessoas que nos rodeiam, nem chegam lá perto.
[é uma estúpida coincidência, mas pronto]
[é uma estúpida coincidência, mas pronto]
sexta-feira, 13 de março de 2009
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